Transformação extrema: Campeã do maior evento de fisiculturismo do mundo vaza vídeo chocante



Tricampeã do Mr. Olympia, a atleta wellness Francielle Mattos, de 40 anos, chamou a atenção dos seguidores ao compartilhar uma comparação entre o físico apresentado durante uma competição e sua aparência no início de uma preparação.

Conhecida pelo apelido de “Ferrari Humana”, Francielle aproveitou a publicação para explicar que o corpo exibido no palco é resultado de meses de preparação e de uma rotina específica para chegar ao auge justamente no período da competição.

Segundo a atleta, o processo envolve muito mais do que treinamento. Alimentação, composição corporal, volume muscular e outros detalhes são planejados para que o físico esteja na melhor condição possível no momento da apresentação.



“Nós trabalhamos o ano inteiro para chegar em uma única semana, um único dia e, às vezes, para estar no nosso melhor por uma única HORA: o momento de subir no palco”, afirmou.

Preparação para o palco envolve diferentes detalhes

Francielle explicou que, no fisiculturismo, pequenas características do físico podem fazer diferença na apresentação diante dos jurados.

“Cada detalhe é pensado para aquele momento. Condicionamento, percentual de gordura, volume muscular, pele, alimentação, água… tudo para apresentar a melhor versão possível daquele físico sob as luzes do palco”, relatou.

A comparação publicada pela atleta serviu justamente para mostrar que existe uma diferença entre o corpo preparado especificamente para uma competição e a aparência mantida durante o restante do ano.



O chamado físico de palco é resultado de uma preparação direcionada para uma determinada data. Por isso, a aparência apresentada durante uma competição não necessariamente representa o estado físico que um atleta mantém em sua rotina normal.

Francielle diz preferir outro físico no dia a dia


Apesar de gostar do visual extremamente definido que construiu ao longo de sua carreira, Francielle afirmou que se sente melhor quando mantém um percentual de gordura maior fora do período competitivo.

“Eu, particularmente, amo o físico seco e condicionado. Amo ver os músculos, os cortes e tudo aquilo que construí durante anos aparecendo. Mas isso não significa que seja o físico em que eu me sinto melhor para viver o meu dia a dia”, explicou.

A atleta também chamou atenção para os possíveis impactos de permanecer por períodos prolongados com níveis muito baixos de gordura corporal, especialmente entre mulheres.

“Principalmente para nós, mulheres, manter um nível de gordura corporal extremamente baixo por longos períodos pode cobrar um preço do organismo. Energia, disposição, sono, humor, pele, unhas, cabelos, hormônios e ciclo menstrual podem ser afetados”, afirmou.

A observação de Francielle é um relato sobre sua experiência e sobre as exigências da preparação competitiva. A resposta de cada organismo a mudanças de composição corporal pode variar, e níveis de gordura corporal muito baixos não devem ser perseguidos sem acompanhamento profissional.

“Existe o físico de competição e existe o físico da vida real”

Ao concluir a publicação, Francielle defendeu uma diferença importante entre o corpo construído para uma competição e aquele mantido para a rotina.

“Existe o físico de competição e existe o físico da vida real. Os dois podem ser bonitos. Os dois podem representar disciplina. E um não apaga o outro”, declarou.

Para a atleta, estar fora do período de competição não significa necessariamente estar “fora de forma”. Ela explicou que enxerga essa fase como uma etapa diferente, na qual o objetivo não é manter constantemente o mesmo nível de definição apresentado no palco.

“Meu corpo não precisa estar no extremo para continuar sendo um corpo treinado, forte e construído durante anos”, afirmou.

Francielle encerrou a reflexão resumindo a mensagem que quis transmitir aos seguidores: “O palco exige extremos por um momento. A vida exige equilíbrio para durar. Físico de palco é para o palco. Saúde é para a vida inteira.”

A publicação acabou colocando em evidência uma realidade pouco mostrada nas redes sociais: o físico apresentado em competições de fisiculturismo representa um momento específico de preparação e não necessariamente a aparência que o atleta considera mais confortável ou sustentável para o cotidiano.

Fontes consultadas: declaração e publicação compartilhadas por Francielle Mattos em suas redes sociais.

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